Aprendizagem Significativa

Muito se tem ouvido falar sobre aprendizagem significativa. Essa teoria de aprendizagem não foi inventada neste século, mas está ganhando força e sendo cada vez mais defendida por se caracterizar em uma aprendizagem eficaz e com sentido para os sujeitos. Mas o que é aprendizagem significativa? E quais os benefícios dessa forma de aprendizagem?

O que é aprendizagem significativa?

Aprendizagem significativa é uma teoria de aprendizagem criada por David Ausubel em 1963. Aprendizagem significativa é um processo de aprendizagem em que as novas informações a serem aprendidas se relacionam com o conhecimento consolidado prévio que o estudante possui, ou seja, a aprendizagem significativa acontece quando a nova informação a ser aprendida (transformada em conhecimento) ancora-se em conhecimentos preexistentes na estrutura cognitiva do estudante.

A aprendizagem significativa objetiva a construção do conhecimento com base no que o aluno já sabe (conhecimento consolidado prévio).

Quais os benefícios da aprendizagem significativa?

A aprendizagem significativa propõe que as novas informações se liguem ao conhecimento prévio do estudante para assim essas novas informações fazerem sentido para ele. Essa ligação da nova informação com conhecimentos pré-existentes é o que dá sentido real a ela.

Essa forma de aprendizagem faz com que as novas informações se consolidem com referência no que o estudante já sabe e por isso ela faz mais sentido para ele. Construir conhecimento com base em conhecimentos prévios faz muito mais sentido para o estudante e torna a aprendizagem eficaz porque esse novo conhecimento estará ligado aos outros e não desconectado.

Como obter dados reais sobre o que o estudante já sabe?

Além das avaliações tradicionais como as provas e testes, as escolas podem investir em ferramentas que avaliem o desempenho dos estudantes enquanto promovem maior engajamento, pois dessa forma os dados tendem a ser mais condizentes. Os estudantes ao realizarem as avaliações formais tendem a ficarem nervosos e até mesmo ficarem com o famoso “branco” na memória.

Se a escola adicionar às suas práticas ferramentas didáticas como, por exemplo, os jogos educativos digitais da GoEduca, que entregam relatórios acerca do desempenho dos estudantes, potencializam a aprendizagem e aumentam o engajamento, terá um acervo de dados reais sobre o desempenho individual de cada aluno obtidos em momentos lúdicos.

GoEduca torna-se um grande aliado das escolas porque além de promover maior engajamento e potencializar a aprendizagem, mensura o desempenho dos estudantes enquanto jogam e se divertem. Com os dados obtidos nos jogos digitais, é possível analisar juntamente com os dados obtidos no cotidiano escolar para mensurar o nível de desenvolvimento real do estudante.

Ensino Híbrido: Modelos Disruptivos

O ensino híbrido está em voga atualmente pela sua grande capacidade de personalização do ensino, fator importante para o desenvolvimento de metodologias específicas para cada indivíduo de acordo com suas habilidades e competências.

Devido à capacidade de abordagens diferenciadas, o ensino híbrido é atualmente dividido em duas grandes categorias: os modelos sustentados e os modelos disruptivos.

O que são os modelos disruptivos?

Os modelos disruptivos são chamados desta forma, pois alteram o modelo tradicional de ensino e leva à integração da sala de aula com outros espaços da escola e com membros da equipe gestora ou da equipe de apoio. São eles:

– Rotação individual

Neste modelo cada aluno possui uma agenda individual de tarefas a serem cumpridas. Essa agenda é planejada pelo professor (com objetivos claros) para que o aluno percorra, em uma determinada ordem, as estações de trabalho de acordo com o seu perfil, habilidades e dúvidas. Neste modelo, as estações podem ser em diferentes ambientes da escola como o laboratório de informática, uma sala para debates, uma sala para exercícios e mais outras salas com diferentes atividades a critério do professor. Este modelo possibilita que alunos de diferentes anos possam interagir e obter ajuda mútua. Isso contribui para que os alunos ajudem uns aos outros e fixem o conteúdo.

– Flex

Neste modelo, o aluno possui uma agenda de atividades sem determinação de sequências a seguir. O aluno pode aprender com recursos online, em grupo ou apenas com o auxílio do professor. No modelo flex o estudante é um agente ativo na construção do conhecimento.

– À la carte

Nesse modelo o aluno tem apoio educacional online com tutores de acordo com suas dúvidas e habilidades e, ao mesmo tempo, continua com as aulas tradicionais na escola. O apoio online pode ser em casa, na própria escola ou em outros locais.

– Virtual aprimorado

Nesse modelo todas as atividades e aulas são online. Pode-se agendar tutorias presenciais, geralmente individuais (somente um aluno com o tutor por vez). Neste modelo, raramente os alunos se encontram todos os dias com seus tutores.

Como obter dados para intervir objetivamente na aprendizagem de cada aluno?

Para a eficácia do ensino híbrido os professores precisam ter dados reais sobre o desempenho de cada aluno. Obter dados reais acerca do desempenho de cada aluno não é tarefa fácil e por isso existem ferramentas que contribuem nesse sentido.

Em todos os modelos disruptivos apresentados, é possível a utilização de jogos educativos digitais, já que o aluno está, na maioria das vezes, em contato com computadores e outros dispositivos digitais. E assim, a GoEduca surge como grande aliado à esses modelos de ensino híbrido. Mas, além dos jogos educativos digitais que consolidam a aprendizagem, a GoEduca entrega dados reais sobre o desempenho individual de cada aluno, o que o faz ser uma ferramenta essencial para as escolas que almejam aumentar o engajamento e potencializar a aprendizagem dos seus alunos.

Ensino Híbrido: Método de Alcance de Aprendizagem Significativa

"Ensino Híbrido Método de Alcance de Aprendizagem Significativa"

O Ensino Híbrido têm sido muito comentado nas escolas. Mas o que é o Ensino Híbrido? E como pode ajudar no alcance de aprendizagens significativas?

Cada indivíduo tem um ritmo e uma forma de aprender melhor: estímulos visuais, sons, escrita.

Uma maneira eficaz de promover a aprendizagem, considerando as diversidades, é utilizar o ensino híbrido aliado às tecnologias.

O que é ensino híbrido?

Ensino híbrido é um modelo de educação que mescla o ensino online com o presencial, intercalando os conteúdos de modo a se completarem.

O objetivo central é que a aprendizagem se torne mais interessante, atraente e prazerosa ao estudante, resultando em melhorias nos rendimentos escolares dos alunos.

No ensino híbrido, os graus de interação com a tecnologia variam de acordo com os modelos escolhidos pela escola.

Nesse modelo, o professor atua como mediador no processo de aprendizagem, auxiliando seus alunos  em sala de aula e nas plataformas digitais utilizadas.

Quais as vantagens do ensino híbrido?

Os modelos do ensino híbrido visam dar oportunidade ao aluno de mais autonomia e liberdade no processo de construção do conhecimento.

No ensino híbrido, o professor atua como facilitador do processo de construção do conhecimento, propondo o uso de jogos, de aplicativos e de plataformas, estimulando a pesquisa e dando orientações gerais.

O ensino se torna de acordo com o perfil de cada aluno e o professor consegue identificar as especificidades dos estudantes e, assim, direcionar melhor a aprendizagem.

Ensino híbrido: método de alcance de aprendizagens significativas

O Ensino Híbrido pode ajudar no alcance de aprendizagem significativa, porque a utilização de atividades lúdicas, como os jogos, por exemplo, ajuda o estudante a consolidar o que aprendeu.

Ambientes de aprendizagem online

Os jogos educativos assumem um papel muito importante no ensino híbrido por serem considerados consolidadores da aprendizagem.

Isso ocorre porquê através deles os alunos aprendem porque são instigados pelo jogo a desenvolverem as conhecimentos para vencerem os desafios.

Um exemplo de ambiente de aprendizagem é a GoEduca, que contém jogos educativos personalizáveis de acordo com o conteúdo ministrado em sala de aula.

A GoEduca conta com um ambiente virtual de grande valia nesse processo de aprendizagem significativa e se torna um aliado ao modelo de ensino híbrido.

Os jogos GoEduca cumprem com a função de consolidar e estimular a aprendizagem ao mesmo tempo que são divertidos e atraentes, promovendo maior engajamento.

Além disso, o professor recebe relatórios do desempenho de cada aluno, enquanto seu aluno aprende jogando.

Acesse: goeduca.com

Ensino Híbrido: Modelos Sustentados

O ensino híbrido está em voga atualmente pela sua grande capacidade de personalização do ensino, fator importante para o desenvolvimento de metodologias específicas para cada indivíduo de acordo com suas habilidades e competências. Sabe-se que este tipo de ensino abrange o ensino presencial integrado às tecnologias de informação e comunicação, chamadas comumente de TIC.

Devido à grande capacidade de abordagens diferenciadas que possibilita, há atualmente duas grandes categorias de ensino híbrido: os modelos sustentados e os modelos disruptivos.

O que são os modelos sustentados?

Os modelos sustentados são os que apresentam maior facilidade de aplicação na escola, pois dependem apenas do planejamento do professor e de uma boa organização com a equipe gestora. São eles:

– Rotação por estação

A sala de aula é dividida em estações de trabalho, onde, em cada estação, um pequeno grupo de alunos executará uma atividade específica. O professor escolhe o momento que o grupo deve mudar de estação: pode ser por tempo cronometrado ou pela finalização de uma tarefa.

– Sala de aula invertida

Esta é a forma mais simples de iniciar a aplicação do ensino híbrido. Nesse modelo, os alunos estudam antes da aula com orientação do professor. O professor pode indicar, por exemplo, uma videoaula, um artigo, um filme sobre o tema que será abordado na aula. Na aula, os alunos são instigados a refletir sobre o tema estudado. O professor tem o objetivo de conduzir os alunos à construção do conhecimento a partir das informações encontradas a cerca do tema estudado. Desta forma, os alunos participam ativamente da sua formação e constroem o conhecimento de forma autônoma.

– Laboratório rotacional

Nesse modelo a turma é separada de forma que uma parte dela permanece em sala de aula com o professor e a outra parte é levada ao laboratório de informática para aprimorar, estudar e solucionar suas dúvidas de forma individual e online. Neste modelo, outro profissional da escola poderá acompanhar os alunos no laboratório. Depois de um tempo determinado pelo professor, as partes trocarão de lugar.

Como obter dados para intervir objetivamente na aprendizagem de cada aluno?

Para a eficácia do ensino híbrido os professores precisam ter dados reais sobre o desempenho de cada aluno. Obter dados reais acerca do desempenho de cada aluno não é tarefa fácil e por isso existem ferramentas que contribuem nesse sentido.

Em todos os modelos sustentados apresentados, é possível a utilização de jogos educativos nos momentos em que o aluno está em contato com computadores e outros dispositivos digitais. Assim sendo, a GoEduca surge como aliado ao ensino híbrido. Mas, além dos jogos educativos digitais, a GoEduca entrega dados reais sobre o desempenho individual de cada aluno, o que o faz ser uma ferramenta essencial para as escolas que almejam aumentar o engajamento e potencializar a aprendizagem dos seus alunos.

O que muda com a BNCC?

A Base Nacional Comum Curricular (BNCC) foi homologada no final do ano de 2017, mas, estava prevista na legislação desde 1988, quando, o artigo 210 da Constituição Federal do Brasil, prevê a criação de uma Base Nacional Comum Curricular para o ensino fundamental. Mas, o que realmente muda com a BNCC?

Quais os marcos legais para implantação da BNCC no Brasil?

A Base Nacional Comum Curricular (BNCC), como dito anteriormente, tem previsões legais desde 1988. Mas, foi só a Constituição Federal que deu previsão legal para ela?

Não!

A Constituição Federal (1988) só deu previsão para a criação de uma Base Nacional Comum Curricular para o Ensino Fundamental. A legislação que deu previsão de uma Base Nacional Comum Curricular para toda a Educação Básica foi a Lei de Diretrizes e Bases (LDB) em 1996.

Após a Lei de Diretrizes e Bases (1996), começou o processo de definição de diretrizes nacionais. A partir de 1998 as Diretrizes Curriculares Nacionais começaram a ser publicadas. A partir das Diretrizes Curriculares Nacionais foram elaborados os Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN’s), com referências para cada disciplina, que tinham o objetivo de orientar as práticas pedagógicas em todo o Brasil.

O Plano Nacional de Educação – PNE (2014) colocou a Base Nacional Comum Curricular como estratégia para o alcance de algumas metas, acelerando então, a criação dela, já que o PNE é decenal e assim, as metas devem ser alcançadas até 2024.

A Base Nacional Comum Curricular foi elaborada com base nos Parâmetros Curriculares Nacionais e nas Diretrizes Curriculares Nacionais, só que ela determina com mais clareza o que deve ser abordado nas classes de cada ano escolar da Educação Básica, além de trazer algumas mudanças.

O que realmente muda com a BNCC?

A Base Nacional Comum Curricular estabelece diretrizes para a elaboração dos currículos em todas as escolas do país. A BNCC não propõe um currículo único. A Base é, na verdade, um referencial obrigatório para os currículos de todo o Brasil. Os currículos devem obrigatoriamente contemplar o que a Base estabelece. A BNCC estabelece as competências e habilidades que os alunos deverão adquirir em cada ano escolar.

A BNCC não trouxe mudanças bruscas na forma de organização da Educação brasileira. Um dos poucos fatores que chamou muita atenção foi a previsão de término do processo de alfabetização no final do 2º ano do Ensino Fundamental (era previsto que a criança alcançasse a alfabetização plena até o final do 3º ano do Ensino Fundamental).

A implementação da BNCC começa com a reelaboração dos currículos estaduais e municipais. As escolas têm até o início do ano letivo de 2020 para contemplar as diretrizes da BNCC em seus currículos.

O que a BNCC promete possibilitar para a Educação brasileira?

A BNCC tem o objetivo de reduzir as disparidades e tornar mais igualitária a Educação Básica, com a proposta de que todos, independentemente de se encontrarem em escolas públicas ou privadas, tenham, ao final de um ano letivo, aprendido o mesmo conteúdo e dominado as mesmas competências e habilidades.

É de extrema importância iniciar a busca por ferramentas didáticas que sigam a BNCC e não deixar para última hora. A GoEduca, além de trazer sua proposta extremamente relevante de unir a ludicidade à educação em todos os períodos e segmentos, já está produzindo os conteúdos de seus jogos de acordo com a BNCC, o que o torna um grande aliado das escolas.

Cibercultura na Educação: uso de tecnologias digitais em sala de aula

Provavelmente a maioria das pessoas já ouviu a palavra “cibercultura”, mas será que sabem à que se refere? As pessoas devem saber, no mínimo, que esse termo está relacionado às tecnologias digitais. Mas, e quando se fala em cibercultura na educação? Dá para imaginar como isso ocorre na prática?

Com a disseminação das novas tecnologias da informação e da comunicação (NTIC) abriu-se um leque de possibilidades em quase todos (se não em todos) os ambientes da vida social, desde a comunicação entre as pessoas, em casa ou em qualquer lugar, à educação e ao trabalho. Com o crescimento e desenvolvimento do espaço virtual, conhecido como ciberespaço, surgiu também uma “cultura” desse espaço. Mas que cultura é essa?

O QUE É CIBERCULTURA?

A cibercultura é uma forma de cultura surgida junto com o desenvolvimento das tecnologias digitais. Cibercultura, seria, então, a cultura que surge com base nas atitudes, valores e pensamentos das pessoas que interagem no espaço virtual.

QUAL A RELAÇÃO DA CIBERCULTURA COM A EDUCAÇÃO?

A cibercultura se refere à cultura do meio digital, cultura que influencia na vida de toda a sociedade, inclusive dos alunos. Se a cibercultura está presente na vida dos alunos ela certamente influencia o processo educativo. O uso de tecnologias em sala de aula, com intencionalidade educativa, significa o bom aproveitamento da cibercultura para o processo educativo.

As tecnologias da informação e da comunicação (TIC) fazem parte da realidade dos estudantes nascidos neste século, tanto que são conhecidos como nativos digitais por nascerem em meio a essa era da tecnologia. Os professores precisam enxergar essa nova realidade como estratégia, se seus alunos são “nativos digitais”, é necessário o uso de tecnologias no processo educativo.

COMO UTILIZAR AS TIC’s EM SALA DE AULA?

A motivação é o que leva os estudantes a aprenderem de forma significativa, a aprenderem porque querem aprender, porque é legal aprender. Trazer a realidade dos estudantes para a sala de aula é a forma mais inteligente de lidar com a falta de interesse dos alunos. É possível utilizar as redes sociais como ferramenta educativa, é possível utilizar jogos, vídeos, filmes e até os famosos “memes” como alternativa didática para o processo educativo. Tudo que tiver intencionalidade educativa pode ser utilizado como alternativa didática pelos professores.

Como encontrar ferramentas educativas que conectam a realidade dos estudantes aos objetivos educacionais?

GoEduca é uma opção de ferramenta educativa que alia a realidade diária dos estudantes ao ensino. A plataforma da GoEduca tem jogos educativos digitais para todos os períodos da Educação Básica, inclusive para a Educação Infantil. São jogos que consolidam a aprendizagem e potencializam o desenvolvimento de aprendizagens significativas.

É possível ter motivação para estudar?

Por que nos sentimos mais animados em fazer certas atividades do que outras? Como podemos tornar os estudos mais interessantes? É possível controlar nosso engajamento? Os principais conceitos necessários para responder essas perguntas estão relacionados com os aspectos psicológicos da motivação.

Quais são os tipos de motivação?

Existem dois tipos de motivação: intrínseca e extrínseca.

A motivação intrínseca está relacionada com a personalidade de cada indivíduo, com as coisas que são interessantes e empolgantes para ele. Por isso, é constante.

A motivação extrínseca está relacionada com os incentivos do meio externo, ou seja, existe algum tipo de recompensa ou se quer evitar uma punição. Uma vez que o incentivo externo deixa de existir, a motivação cessa.

O que nos motiva a fazer algo?

Nossa motivação está diretamente ligada com nossas necessidades. Nesse sentido, a teoria de Maslow é uma das mais importantes teorias sobre o assunto. O autor defende que as necessidades estão organizadas em níveis, numa hierarquia de importância e influência.

Motivação e jogos digitais

Em uma análise ampla, os jogos digitais apresentam aspectos muito mais interessantes do que outras atividades, justamente por envolverem vários elementos da hierarquia de necessidades de Maslow. Os jogadores buscam a garantia de recompensas, o reconhecimento e a reputação, bem como a socialização com outros jogadores.

Assim, torna-se importante a inclusão de jogos digitais no contexto escolar, a fim de motivar os alunos quanto aos estudos. Isso significa tornar as tarefas escolares mais interessantes, agindo diretamente na motivação intrínseca, que é constante.

Alternativa de jogos educativos digitais

Tendo em vista essa necessidade de alternativas de jogos digitais que sejam educativos, a GoEduca é a solução. O ambiente dispõe o conteúdo de forma integrada aos jogos, direcionado ao aluno levando em conta o seu perfil.

Enquanto o aluno se diverte jogando, é motivado para consumir o conteúdo de alguma disciplina e então se torna ator principal de seu aprendizado.

Aprendizagem baseada em problemas (PBL)

A Aprendizagem Baseada em Problemas (em inglês, Problem-Based Learning e também chamado pela sigla PBL) é um método de ensino, no qual os problemas complexos do mundo real são usados como veículos para promover o aprendizado de conceitos e princípios em oposição à sua apresentação direta.

Além de ensinar o conteúdo, o PBL pode promover o desenvolvimento de pensamento crítico, habilidades de comunicação e de resolução de problemas. Também promove oportunidades de trabalho em grupo, pesquisa e avaliação de materiais de pesquisa e aprendizado de longa duração.

Como utilizar o PBL em sala de aula?

O PBL pode ser incorporado em qualquer situação de aprendizado: pode ser usado para desenvolver o aprendizado de um conceito ao final da aula, para iniciar uma discussão, como instrumento de avaliação, para aplicação do conhecimento adquirido em aulas anteriores dentre outras formas.

Qualquer disciplina pode ser adaptada ao método PBL com um pouco de criatividade. Embora os tipos de problemas variem entre as disciplinas, há características que toda boa aplicação do PBL deve conter e que transcendem as diferenças entre as disciplinas:

– Escolha uma ideia central, um conceito ou um princípio que sempre é ensinado na sua disciplina e, depois, pense em um problema para ser resolvido que o utilize para solucioná-lo. A resolução do problema pode ser feita por meio de uma avaliação ou dever de casa ou qualquer outro método que ajude os estudantes a aprenderem o conceito. Liste os objetivos de aprendizagem que os estudantes precisam alcançar quando eles trabalharem na resolução do problema.

– Pense em um contexto do mundo real para o conceito em questão. Desenvolva uma estória ou procure um caso real que possa ser adaptado, adicionando motivação para que os estudantes resolvam o problema. Problemas mais complexos tendem a desafiar os estudantes a ir além da sua simples resolução. Pesquise em revistas, jornais, artigos por ideias para a estória ou para o caso real.

– É necessário que o problema seja introduzido em partes para que o estudante seja capaz de identificar os objetivos de aprendizagem que o levarão a pesquisar o conceito pretendido. As questões a seguir podem ajudar a guiar o processo:

  • Quais questões introdutórias podem ser feitas? Quais objetivos de aprendizagem serão identificados?
  • Como o problema será estruturado?
  • Qual será o tamanho do problema? Quantas aulas serão necessárias para resolvê-lo?
  • Os estudantes receberão informações em partes enquanto trabalham na resolução do problema?
  • Quais recursos os estudantes precisarão?
  • Qual será a conclusão a ser obtida ao final da resolução do problema?

– O último passo é identificar recursos ideais para os estudantes. Os alunos precisam aprender a identificar e utilizar recursos de aprendizado por conta própria, mas a orientação do professor pode ser ideal para a indicação de bons recursos para iniciar. Muitos estudantes estão acostumados a buscar informações apenas em buscadores. É importante orientá-los a utilizar também outras fontes.

Aplicação do método PBL recai geralmente em três técnicas de ensino: estudos de caso, dramatização e simulações, sendo que simulações estão sendo comumente utilizadas em softwares como os jogos educativos digitais. Os jogos podem ser encontrados na plataforma GoEduca que surge como aliado dos professores por também produzir relatórios sobre o desenvolvimento de cada estudante, o que potencializa o reconhecimento de suas habilidades e o que precisa ser aprimorado.