Sala de aula – Parte 3: Como finalizar uma aula?

"Sala de aula: Como finalizar uma aula?"Como finalizar uma aula de forma que os alunos entendam por completo a explicação? A conclusão feita em sala de aula é essencial para o entendimento do conteúdo e a sua aprendizagem efetiva.

Ao final da aula, é importante que o instrutor utilize uma metodologia eficaz para fixar os tópicos lecionados.

Abaixo estão algumas sugestões de como finalizar a aula:

  • Responda as questões levantadas no início da aula que ajudarão os estudantes a entenderem o conteúdo e o raciocínio feito durante a aula;
  • Resuma brevemente o conteúdo da aula (você pode resumir ou fazer perguntas de forma cronológica, ou seja, na ordem em que os tópicos foram lecionados) e comente o que será dado na próxima aula;
  • Comente com os alunos o que será feito com o conteúdo lecionado nesta aula (trabalhos, atividades, desafios);
  • Peça para resumirem as ideias chaves do conteúdo lecionado;
  • Reforce o que você espera que eles aprendam com o conteúdo mostrado;
  • Pergunte por e responda as questões dos estudantes;
  • Sugira uma questão que terão que responder na aula seguinte;
  • Passe para os estudantes um jogo educativo sobre o tema abordado na aula para que eles possam fixar o conteúdo de forma lúdica. A plataforma GoEduca oferece jogos educativos de todas as disciplinas da educação básica com geração de relatórios de desempenho. Assim, você poderá visualizar a efetividade da condução da sua aula.

Essas são algumas sugestões de como finalizar uma aula para efetividade da transmissão do conteúdo. Porém, vale ressaltar que todas essas formas são sujeitas a adaptações de acordo com os objetivos da sua aula e com o tipo de audiência (série, níveis de dificuldade, disciplina).

Evite deixar para concluir o assunto na aula seguinte, principalmente se as aulas forem distantes uma da outra, para não perder a linha de raciocínio dos estudantes e concretizar as ideias chaves.

Experimente em suas aulas e veja qual ou quais delas serão mais efetivas!

Experimente goeduca.com

Sala de aula – Parte 2: Como conduzir uma aula?

"Sala de aula - Parte 2: Como conduzir uma aula"

Chegamos na sala de aula e surge a dúvida: Como conduzir uma aula? Como atuar para que os alunos fiquem focados durante a explicação?

A condução de uma aula é essencial para o desenvolvimento do raciocínio acerca do conteúdo, aprendizagem efetiva e aproveitamento correto do tempo.

Durante a aula, é importante manter a atenção dos estudantes e seguir uma linha de ideias que se encaixem para que eles construam o conhecimento.

Quais métodos utilizar para conduzir uma aula?

  • Permita flexibilidade durante a explicação do conteúdo para as perguntas e comentários dos estudantes. Esse momento é essencial para você perceber se os estudantes estão entendendo o conteúdo da forma apresentada ou se será necessária outra abordagem;
  • Determine os pontos chave que serão desenvolvidos durante a aula. Quando qualquer detalhe ou tópico é discutido ou quando muitas ideias são apresentadas e não são bem desenvolvidas, os estudantes costumam perder o foco e o raciocínio não é bem desenvolvido;
  • Organize a aula em uma ordem lógica. Abaixo estão algumas sugestões:
    Causa e efeito: A descoberta das partículas subatômicas por Thompson revolucionou a compreensão da matéria e repercutiu no mundo científico levando à elaboração do modelo planetário por Rutherford e Bohr.
    Cronológica: O primeiro modelo atômico foi elaborado por John Dalton. Após Dalton, Thompson sugeriu o modelo “pudim-de-passas” e, em seguida, Rutherford e Bohr sugeriram o modelo planetário, sendo o mais aceito atualmente.
    Tópicos: Sobre os modelos atômicos, iremos estudar qual cientista elaborou cada um, os experimentos utilizados, as hipóteses e o nome do modelo.
    Problema e solução: Antes da teoria atômica de Rutherford-Bohr, os cientistas não sabiam como os átomos interagiam. A partir do modelo planetário, foi possível entender que os átomos interagem por compartilhamento ou troca de elétrons.
    Contraste: Comparar vantagens e desvantagens dos modelos atômicos sugeridos.
    Enumeração: Primeiro, iremos estudar o modelo atômico de Dalton, e em um segundo momento sobre o modelo sugerido por Thompson e, depois, sobre o modelo planetário de RutherfordBohr.
    Lei-exemplo-lei: Átomos de cargas diferentes se atraem (cátions e ânions). Por exemplo, os átomos de sódio (Na+ ) e cloro (Cl- ) se atraem e formam o sal de cozinha (NaCl) chamado na química de cloreto de sódio. Aqui ficou exemplificado que átomos de cargas diferentes se atraem (repetição da lei dita no início).
    Exemplo-lei: Os átomos de sódio (Na+ ) e cloro (Cl- ) se atraem e formam o sal de cozinha (NaCl) chamado na química de cloreto de sódio. Aqui ficou exemplificado que átomos de cargas diferentes se atraem.
  • Elabore exemplos para clarear e enfatizar as ideias chaves;
  • Elabore transições entre os conceitos para mostrar a relação sobre as ideias chaves;
  • Use materiais audiovisuais ou de apoio;
  • Durante a aula, verifique se os estudantes estão entendendo o assunto por meio de:
    Perguntas específicas sobre o conteúdo que está sendo lecionado. Não pergunte somente: “Alguma dúvida?”;
    Apresente um problema ou situação que requeira uso do conteúdo lecionado para os estudantes elaborarem a solução;
    Observe as expressões e as ações dos estudantes enquanto explica. Procure por expressões de confusão, falta de atenção, concordância, esclarecimento, conversas, anotações no caderno etc. Toda expressão que signifique um feedback direto do entendimento do estudante em relação à aula.

Essas são algumas sugestões de como conduzir uma aula para efetividade da transmissão do conteúdo. Todas essas formas são sujeitas a adaptações de acordo com os objetivos da sua aula e com o tipo de audiência (série, níveis de dificuldade, disciplina). Experimente em suas aulas e veja qual ou quais delas serão mais efetivas.

Para dar continuidade na absorção do conhecimento ministrado em sala de aula, experimente personalizar jogos digitais na GoEduca. Assim, você poderá ficar atento às individualidades do aluno e promover a construção do conhecimento de forma divertida.

Na GoEduca, enquanto o aluno joga, os professores e os gestores recebem relatórios de desempenho individual dos alunos.

Sala de Aula – Parte 1: Como iniciar uma aula?

Na sala, surge aquela dúvida: Como iniciar uma aula? Como chamar a atenção dos estudantes?

Isso pode parecer uma tarefa difícil inicialmente, mas existem métodos que podem provar o contrário.

Ensinar é diferente de palestrar. Enquanto ambos possuem elementos em comum, ensinar requer mais interatividade entre o apresentador e a audiência (instrutor-estudante). Ao ensinar em sala de aula, há uma expectativa maior que a audiência aprenda sobre o assunto tratado.

Como iniciar uma aula que capte a atenção dos estudantes?

Seguem abaixo algumas sugestões para iniciar uma aula:

  1. Ao iniciar, compartilhe com os estudantes os objetivos de aprendizagem da aula para que eles saibam não somente qual será o conteúdo, mas também o nível de dificuldade;
  2. Use uma introdução que irá captar o interesse dos estudantes. Exemplos:
    Faça uma pergunta que será respondida ao final da aula. Por que existe o dia e a noite? Ao final da aula, vocês saberão a resposta.
    Fale sobre um problema histórico ou atual relacionado com a aula. A primeira teoria atômica elaborada por John Dalton afirmava que o átomo era uma esfera indivisível. Mas os cientistas Rutherford e Bohr mostraram o contrário. Vamos ver o que eles propuseram que revolucionou o mundo científico.
    – Explique a relação ou a relevância do conteúdo com experimentos, problemas do mundo real e/ou o cotidiano dos estudantes. Na aula de hoje iremos entender porque um navio flutua na água mesmo sua densidade total sendo muito maior que a da água.
    – Relacione o conteúdo da aula com o que já foi ensinado. Nas aulas anteriores estudamos as teorias atômicas. Nas próximas aulas, iremos entender como os átomos interagem entre si com base nestas teorias.
    – Use um vídeo ou um gif que tenha relação com o conteúdo no início da aula. Esse pode ser um ótimo gatilho para desenvolver o raciocínio e captar a atenção.
  3. Passe um resumo, mesmo que verbal, do conteúdo a ser passado em sala de aula. De preferência escreva no canto do quadro os principais tópicos e marque o que já foi dito durante a aula.
  4. Fale para os estudantes como você espera que eles usem o conteúdo. Por exemplo: na resolução de exercícios, trabalho, experimento, debate etc.
  5. Defina ou explique terminologias que não sejam familiares. Por exemplo: na aula de hoje iremos estudar sobre Termologia. Termologia é a união de dois termos: termo (temperatura) + logia (estudo).
  6. Mostre para os alunos um jogo educativo divertido para captar a atenção deles e desafiá-los ao avisar que eles serão capazes de jogá-lo ao final da aula, após a apresentação do conteúdo. Esses jogos podem ser encontrados na plataforma GoEduca, por exemplo.

Essas são algumas sugestões de como iniciar uma aula que capte a atenção dos estudantes. Mas lembre-se que todas essas formas de iniciar são sujeitas a adaptações de acordo com os objetivos da sua aula e com o seu tipo de audiência (série, níveis de dificuldade, disciplina).

Experimente em sala de aula e veja qual ou quais métodos para inciair serão mais efetivas!

Saiba mais sobre a GoEduca: goeduca.com/

Gamificação nos contextos de aprendizagem

"Gamificação nos contextos de aprendizagem"

A gamificação é o uso de recursos e linguagens dos games com o objetivo de promover maior engajamento e interesse nas atividades.

Mas, como utilizar a gamificação nos contextos de aprendizagem? Quais as ferramentas e as alternativas didáticas que podemos utilizar?

Nos contextos de aprendizagem, a gamificação é uma estratégia para combater o desinteresse e o fracasso escolar, visto que a linguagem e os recursos dos games são atrativos às crianças, aos adolescentes e aos jovens, dessa geração.

Quais os benefícios da gamificação nos contextos de aprendizagem?

A gamificação é muito utilizada para atribuir motivação e diversão a uma tarefa que não motiva o aluno.

Na educação, a gamificação mostra que pode potencializar a aprendizagem, porque une a realidade dos alunos, que são jogos e tecnologias, à sala de aula. Portanto, essa união torna a aprendizagem divertida, significativa e motivadora.

Inserir desafios, rankings e metas na prática educativa aproxima os alunos ao universo com o qual eles têm bastante intimidade e contribui para que a aprendizagem se torne menos enfadonha e mais divertida.

Quais as vantagens do uso de tecnologias na escola?

O uso de tecnologias na educação como ferramenta para potencializar a aprendizagem é cada vez mais procurado pelas redes de ensino.

Isso ocorre porquê as possibilidades de uso são diversas e os resultados bastante promissores, atraindo professores à utilização das tecnologias em sala de aula.

Estudiosos afirmam e defendem a utilização dessa ferramenta com fins educacionais, porque engaja os estudantes, contribuindo na aprendizagem.

Os jogos, por serem divertidos e estimulantes, acabam por motivar a aprendizagem dos conteúdos apresentados.

Como utilizar a gamificação na educação?

A gamificação pode ser utilizada de forma simples, com a utilização da linguagem dos games em sala de aula, criando desafios, metas e rankings para o desempenho nas atividades propostas. Mas, também pode ser aplicada de maneira mais tecnológica, com a utilização de plataformas digitais e jogos educacionais.

Um exemplo de plataforma que pode ser utilizada como ferramenta de gamificação é a GoEduca.

A GoEduca é uma plataforma de jogos digitais, onde o professor pode personalizar de acordo com o conteúdo ministrado em sala de aula. Além disso, enquanto o aluno joga, a plataforma gera relatórios de desempenho individual dos alunos para professores e gestores.

Saiba mais em goeduca.com

Cibercultura na Educação: Tecnologia em sala de aula

Cibercultura é um termo que certamente a maioria das pessoas certamente já ouviu, mas a que se refere?

E quando falam de cibercultura na educação? Como utilizar a cibercultura para beneficiar a educação?

Com a disseminação das novas tecnologias da informação e da comunicação foi aberto um leque de possibilidades em quase todos (se não em todos) os ambientes da vida social.

Com o crescimento e desenvolvimento do espaço virtual, conhecido como ciberespaço, surgiu também uma “cultura” desse espaço.

O que é Cibercultura?

A cibercultura é uma forma de cultura surgida junto com o desenvolvimento das tecnologias. Cibercultura, seria, então, a cultura que surge com base nas atitudes, valores e pensamentos das pessoas que interagem no espaço virtual.

Qual a relação da cibercultura com a educação?

Essa cultura do meio digital influencia na vida de toda a sociedade, inclusive dos alunos. Se a cibercultura está presente na vida dos alunos é certo que intervém no processo educativo.

Logo, o uso de tecnologias em sala significa o bom aproveitamento da cibercultura na educação, tornando-a mais proveitosa.

Isso ocorre porquê os alunos dessa geração são nativos digitais, ou seja, nasceram em meio a era tecnológica.

Assim sendo, faz-se necessário que os professores e gestores aliem a tecnologia e a educação de maneira estratégica.

Como utilizar a cibercultura na educação?

A motivação é o que leva os estudantes a aprenderem de forma significativa, a aprenderem porque desejam para si. Trazer a realidade dos estudantes para a sala de aula é uma ótima maneira de lidar com a falta de interesse dos alunos.

É possível utilizar como ferramenta educativa: redes sociais, jogos, vídeos, filmes e até “memes”.

Atualmente, há plataformas que unem a educação com a tecnologia, como a GoEduca, que possuem jogos educativos digitais, em que os professores podem personalizar de acordo com o conteúdo ministrado em sala de aula.

Nessa plataforma, enquanto o aluno joga, os professores e gestores recebem relatórios sobre o desempenho individual, permitindo ao professor uma intervenção individual no processo de aprendizagem de seus alunos.

A GoEduca é uma opção de ferramenta educativa que une a realidade diária dos estudantes ao ensino, consolidando a aprendizagem e potencializando aprendizagens significativas.

Saiba mais em goeduca.com